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Mais de 80% dos trabalhadores da duplicação do anel viário serão de Feira de Santana”, afirma superintendente do DNIT

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No Dia a Dia News desta quarta-feira (06), Miro Nascimento, âncora do programa, entrevistou Roberto Alcântara, superintendente do DNIT, que explicou sobre as obras de duplicação do anel de contorno que liga o viaduto do Cajueiro até o bairro Cidade Nova.

Ele relatou que a ordem de início para a duplicação da última parte do anel viário de Feira de Santana foi emitida há dois meses e que, somente após essa autorização, a empresa vencedora da licitação inicia todo o planejamento da obra, mobilização e contratação de pessoal.

“É exatamente isso que está acontecendo neste momento. É uma prioridade absoluta do Ministério dos Transportes acelerar as obras do contorno de Feira de Santana. Os recursos já estão assegurados, já foram disponibilizados exclusivamente para a empresa. Quanto mais rápido ela avançar, quanto mais devidamente organizada ela estiver, teremos o orçamento disponível para dar andamento à obra.”

Ele continuou:

“A empresa está engajada, temos uma empresa contratada, orçamento, servidores dedicados. O que resta é a contratação de pessoal. A empresa está mobilizada nesse sentido, mas isso requer exames admissionais, o que demanda algum tempo. A empresa também está se preparando para a instalação dos canteiros de obra”, concluiu.

Roberto afirmou que a expectativa é que, até o final de agosto, ou no máximo na primeira semana de setembro, as obras já estejam efetivamente em andamento.

“A etapa inicial é a mobilização de máquinas, equipamentos, canteiros e a contratação de pessoal. Tudo isso já está em andamento, e nossa expectativa é que a obra comece em breve.”

“Queremos iniciar as obras com o mínimo de transtorno possível. Essa é a nossa principal preocupação, e estamos tendo toda a cautela necessária para isso. Por se tratar de uma obra urbana, naturalmente haverá impactos, mudanças no tráfego, desvios, mas a intenção é conduzi-la da melhor maneira possível”, disse.

Sobre como a obra será realizada, ele explicou:

“Provavelmente iniciaremos com a construção das vias marginais, mantendo todo o tráfego na BR-324, sem nenhum tipo de interferência. Assim que essas vias marginais estiverem concluídas, migraremos o tráfego da via principal para as marginais, e aí sim iniciaremos a duplicação.”

Questionado sobre o início efetivo das intervenções na pista, o superintendente do DNIT informou que a etapa inicial já começou, com a montagem dos canteiros e o planejamento estrutural, destacando que não se trata de uma obra rápida, especialmente por ser em área urbana.

“É uma obra urbana, com várias interferências que acabam atrasando a execução. Por exemplo, ao perfurar o solo com base no projeto, podemos encontrar redes de esgoto não mapeadas, o que exige remoção e ajustes e isso demanda tempo.”

Sobre a localização dos canteiros, explicou:

“Estamos fazendo alguns ajustes em relação ao local dos canteiros. O projeto previa um canteiro físico em um local determinado, mas a empresa contratada quer realizar adaptações. Haverá um canteiro físico, com alvenaria ou madeira, mas também serão usados contêineres, pela maior flexibilidade. A previsão é que os canteiros sejam instalados dentro da faixa de domínio, no próprio local da obra.”

Roberto acrescentou ainda que a orientação para a empresa contratada é priorizar a geração de empregos em Feira de Santana, estimando que cerca de 80% dos trabalhadores contratados sejam moradores da cidade.

Escrita pela estagiária Fernanda Martins, com informações Miro Nascimento. Foto: Ed Santos

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