Início » Estigmas e fantasmas serão adversários extras do Fluminense na Série B

Estigmas e fantasmas serão adversários extras do Fluminense na Série B

0 comentários

Por Cristiano Alves

Não bastassem os 9 adversários que terá pela frente na disputa da 2ª divisão do Campeonato Baiano, o Fluminense terá que encarar estigmas e fantasmas como concorrentes extras para retornar à elite estadual em 2027. São adversários que chegaram como contrapesos, na consequência imediata da troca de comando técnico no tricolor feirense, faltando menos de 15 dias para a bola rolar.
Não adianta mais se buscar uma justificativa para a saída do então treinador Rodrigo Fonseca, mesmo porque já começou trabalho de Edu Silva, que mais uma vez foi efetivado como comandante do time principal, agora pegando o time do começou e não como aconteceu no ano passado, quando começou a trabalhar na terceira rodada, após a demissão do treinador Paulo Sales. Já não basta o fato de que no elenco atual ter atletas que já estão no clube há três anos e nada aconteceu, criando um estigma de atletas que não acertaram e os dirigentes insistem mantê-los, por convicções que sinceramente são podem compreendidas.
Além disso, o próprio Edu carrega contra si, o peso de não ter alcançado o objetivo de levar o time até a final da Série B. Dentro deste contexto aí surge os fantasmas que vêm atormentando o Touro, já faz algum tempo. Quem vem acompanhando a caminhada do profissional sabe que de fato, ainda ele não teve uma grande chance de fazer um grande trabalho, nem mesmo em Sergipe, onde estava trabalhando antes de voltar ao Fluminense há pouco mais de dois anos. Lhe faltam ainda predicados que um treinador precisa ter consigo e isso ficou evidenciado na semifinal do ano passado, quando o Bahia de Feira eliminou o time: logo nos primeiros minutos do primeiro jogo perdeu João Grilo expulso e falou mais traquejo, malícia para tentar inverter as coisas e não fazer o time perder o elã como aconteceu. Ficou tão visível, que nem mesmo o mais otimista torcedor acreditaria na reação do time no segundo jogo. O Fluminense só ratificou todo o abatimento e apatia apresentados no primeiro jogo e assim sucumbiu diante do rival.
Mesmo sabendo que o contexto agora é outro, que o time já está montado, que vem de uma sequência de trabalho iniciada em novembro passado, é inevitável nesse momento o torcedor não temer pela sorte da equipe. Pois bem, os dirigentes escolheram pegar “um atalho”, mas nem sempre o caminho mais curto é o melhor a seguir.
Só resta agora esperar o que vau acontecer e que dentro de campo, os estigmas sejam superados, os fantasmas exorcizados e o Fluminense finalmente volte a elite do futebol baiano porque sinceramente não dá mais para suportar um time da grandeza e principalmente da história do Fluminense disputando esta competição horrorosa chamada 2ª divisão estadual.

Boa sorte tricolor feirense, pois com certeza, neste contexto vai precisar demais!

Todos os Direitos Reservados. Produzido por  Alcance Marketing Digital