Os cartórios de notas do Brasil registraram 153.267 atas notariais em 2025, o maior número desde o início da série histórica, em 2016. O volume representa um aumento de 4% em relação a 2024 e de 140% na comparação com o primeiro ano do levantamento.
O documento pode ser utilizado para preservar provas de bullying e cyberbullying, como mensagens ofensivas, ameaças, publicações em redes sociais, vídeos e áudios. A ata notarial é elaborada por um tabelião, que registra formalmente o conteúdo verificado.
O serviço pode ser solicitado presencialmente em cartórios de notas ou por meio da plataforma e-Notariado. Outra opção é o e-Not Provas, ferramenta digital que permite registrar conteúdos da internet com autenticação notarial.
Desde 2024, o bullying e o cyberbullying são tipificados como crimes pela legislação brasileira. A preservação das evidências pode ajudar vítimas a apresentar denúncias e buscar responsabilização dos agressores.
