A Justiça da Itália acolheu ontem o pedido do Brasil para a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Desta vez, no caso da condenação por porte ilegal de arma.
A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil em Roma, Renato Mosca de Souza. Da decisão, ainda cabe recurso. Esse caso se refere a um episódio ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando a ex-deputada perseguiu, armada, um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo, após uma discussão política.
As imagens da deputada correndo com uma pistola em punho levaram à abertura de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), que a condenou a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.
O advogado italiano de Carla Zambelli, Pieremílio Sammarco, afirmou ter recebido a sentença com surpresa, uma vez que, segundo ele, o tribunal sempre falou em um julgamento único.
Sammarco disse que o tribunal não informou quando os casos foram separados. Acrescentou que vai recorrer imediatamente dessa decisão ao Supremo Tribunal de Cassação.
Caso distinto
A Justiça da Itália acolheu ontem o pedido do Brasil para a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Desta vez, no caso da condenação por porte ilegal de arma.
A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil em Roma, Renato Mosca de Souza. Da decisão, ainda cabe recurso. Esse caso se refere a um episódio ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando a ex-deputada perseguiu, armada, um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo, após uma discussão política.
As imagens da deputada correndo com uma pistola em punho levaram à abertura de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), que a condenou a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.
O advogado italiano de Carla Zambelli, Pieremílio Sammarco, afirmou ter recebido a sentença com surpresa, uma vez que, segundo ele, o tribunal sempre falou em um julgamento único.
Sammarco disse que o tribunal não informou quando os casos foram separados. Acrescentou que vai recorrer imediatamente dessa decisão ao Supremo Tribunal de Cassação.
Fonte: G1 Foto:Divulgação