Diretoria aposta em solução interna e Edu Silva deve comandar o Touro do Sertão na disputa da Série B

Foto: Divulgação/Flu de Feira

O Fluminense de Feira deve anunciar nos próximos dias o seu novo treinador para a disputa da Série B do Campeonato Baiano 2026. A definição ocorre após a saída de Rodrigo Fonseca no último sábado e aponta para uma solução interna: Edu Silva, atual comandante da equipe Sub-20, que aguarda apenas a oficialização por parte da SAF.

A movimentação da diretoria foi rápida. Diante da proximidade da estreia na competição, o clube optou por priorizar um nome que já conhece o elenco e o modelo de jogo. Edu Silva, nesse cenário, aparece como a alternativa mais viável para dar continuidade ao planejamento traçado para a temporada.

O contexto favorece a escolha. Com o grupo praticamente montado, o novo técnico terá como principal missão realizar ajustes pontuais. A familiaridade com os atletas e com a filosofia de trabalho pesa a favor do treinador, que já integra o dia a dia do clube.

Na última temporada, Edu Silva teve papel importante na campanha do Touro do Sertão na Série B. Ao assumir a equipe durante a competição, conseguiu levar o time até a semifinal. Na fase inicial, somou cinco vitórias e um empate, desempenho que garantiu respaldo interno e fortaleceu sua imagem junto à diretoria.

Atualmente à frente da base, o treinador mantém bons resultados, com uma equipe organizada e intensa dentro de campo. Esses fatores foram determinantes para a escolha, já que o clube busca evitar mudanças bruscas às vésperas do início do campeonato.

Apesar da confiança, o desafio será imediato. Faltando cerca de duas semanas para a estreia, o novo comandante terá pouco tempo de preparação. O primeiro compromisso será fora de casa, no sábado (3), diante do Redenção.

Por outro lado, iniciar a competição desde a primeira rodada pode ser um diferencial. Diferente do ano passado, Edu Silva terá a oportunidade de implementar seus ajustes desde o início, o que pode contribuir para um desempenho mais consistente ao longo do torneio.

Internamente, o momento é de busca por estabilidade. A saída de Rodrigo Fonseca gerou pressão externa, e a diretoria aposta em alguém que já conhece o ambiente para responder rapidamente dentro de campo. As informações são do jornal Folha do Estado.

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