A Justiça do Rio de Janeiro manteve, nesta segunda-feira (20), a prisão de Monique Medeiros, acusada pela morte do filho Henry Borel. A ré tinha se entregado à polícia no mesmo dia após o ministro Gilmar Mendes determinar novamente sua prisão preventiva.
Durante a audiência de custódia, a defesa de Monique requereu a liberação de medicamentos para uso no sistema carcerário, alegando condição psiquiátrica.
Já o Ministério Público se manifestou pela manutenção da prisão, afirmando que o mandado foi expedido por decisão maior e não poderia ser revisto naquele momento pelo juízo da custódia.
Na decisão, o juiz Otávio Hueb Festa apontou que a prisão é regular e válida, pois é proveniente do cumprimento de mandado de prisão expedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Quanto aos medicamentos solicitados pela defesa, o magistrado afirmou que a análise cabe à administração penitenciária, mas determinou que Monique seja encaminhada para atendimento médico e psiquiátrico, já que ela relatou depressão em decorrência de evento traumático.
Fonte:CNN Brasil Foto:CNN Brasil
