A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) deve decidir, na próxima terça-feira (4), se retomará o modelo híbrido para a realização de sessões e votações no segundo semestre de 2026. A definição será debatida durante reuniões da Mesa Diretora e do Colégio de Líderes, marcando a reabertura dos trabalhos legislativos após o recesso parlamentar.
Segundo a presidente da Casa, a deputada estadual Ivana Bastos, a proposta foi precedida por um levantamento sobre o funcionamento de outras assembleias legislativas do país. O estudo apontou que alguns parlamentos estaduais já utilizam o sistema híbrido desde a pandemia, enquanto outros estão em fase de implantação.
Caso o modelo seja aprovado, os deputados poderão participar das sessões e registrar votos de forma remota, sem deixar de manter as atividades presenciais no plenário da ALBA. A medida busca oferecer maior flexibilidade ao funcionamento do Legislativo estadual.
A presidente da Assembleia ressaltou, no entanto, que a decisão não será tomada de forma unilateral. Segundo ela, qualquer mudança dependerá do consenso entre os líderes das bancadas de governo e oposição, além da aprovação da Mesa Diretora.
A expectativa é que, após as reuniões de terça-feira, a ALBA anuncie oficialmente se adotará o sistema híbrido e divulgue as regras que irão disciplinar o novo formato de funcionamento das sessões legislativas.
