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A decisão foi proferida pela 13ª Vara Federal de Curitiba a partir de ação movida pelo MPF (Ministério Público Federal). Ainda cabe recurso.
Segundo o MPF, as condenações são resultado de investigações que identificaram a atuação de uma organização criminosa que, entre 2004 e 2014, fraudou contratos da estatal por meio de um cartel formado por grandes empresas. O grupo combinava previamente os vencedores de licitações e realizava o pagamento de propinas a gestores da Petrobras para garantir a execução dos contratos.
Fonte: Tribuna da Bahia
