A menos de um ano da abertura da Copa do Mundo Feminina de 2027, a FIFA apresentou, nesta terça-feira (4), a Estratégia de Sustentabilidade e Direitos Humanos para o torneio, que será realizado no Brasil. O documento reúne diretrizes para reduzir os impactos ambientais, promover a inclusão e garantir o respeito aos direitos humanos durante todas as fases da competição.
A estratégia foi elaborada em parceria com o Governo Federal, estados, cidades-sede, Confederação Brasileira de Futebol (CBF), organizações da sociedade civil e especialistas. Entre as principais metas estão a promoção da igualdade de gênero, o combate à discriminação, a ampliação da acessibilidade para pessoas com deficiência, a proteção de crianças e adolescentes, além da garantia de trabalho digno e de condições seguras para os profissionais envolvidos no evento.
Na área ambiental, a FIFA pretende reduzir as emissões de gases de efeito estufa, incentivar a gestão sustentável de resíduos, ampliar ações de reciclagem e promover o uso responsável dos recursos naturais. A proposta também prevê a adoção de práticas sustentáveis nos estádios e nas cidades-sede, buscando deixar um legado positivo para o futebol e para as comunidades anfitriãs.
O plano inclui ainda mecanismos de monitoramento e transparência para acompanhar a execução das ações antes, durante e após a competição. A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e à política de direitos humanos da FIFA.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será a primeira disputada na América do Sul. O torneio acontecerá entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027 e deverá impulsionar o desenvolvimento do futebol feminino, além de reforçar ações voltadas à inclusão, à sustentabilidade e ao respeito aos direitos humanos.