Após o avanço, no Senado Federal, do projeto de lei que regulamenta a profissão de tanatopraxista, o vereador Jorge Oliveira (PRD), comentou durante o prpograma Dia a Dia News a importância da proposta e defendeu a valorização dos profissionais responsáveis pela preparação e conservação de corpos para velórios e sepultamentos.
Segundo o parlamentar, a regulamentação representa um passo importante para reconhecer uma atividade pouco conhecida pela população, mas considerada essencial para o funcionamento dos serviços funerários.
Jorge Oliveira destacou que a tanatopraxia é um procedimento técnico que permite conservar o corpo por mais tempo, proporcionando melhores condições para a realização das cerimônias fúnebres, especialmente quando é necessário aguardar a chegada de familiares ou quando o sepultamento ocorre dias após o falecimento.
“O tanatopraxista realiza um trabalho de grande relevância. É como um processo de conservação do corpo, permitindo que os familiares possam prestar a última homenagem com mais tranquilidade e dignidade”, afirmou.
O vereador lembrou que a atividade exige conhecimento técnico e envolve o manuseio de produtos químicos e materiais biológicos, fatores que, segundo ele, justificam a exigência de formação específica prevista no projeto aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.
Durante a entrevista, Jorge Oliveira também ressaltou que a regulamentação deverá fortalecer o setor funerário e oferecer maior segurança aos profissionais que atuam na área.
“É uma iniciativa importante porque valoriza quem exerce essa profissão e traz mais qualidade ao serviço prestado às famílias em um momento tão delicado. Parabenizo as senadoras que conduziram essa proposta, que reconhece um trabalho essencial para a sociedade”, declarou.
O projeto de lei ainda será analisado em turno suplementar na Comissão de Assuntos Sociais antes de seguir para votação na Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado em definitivo, a profissão de tanatopraxista passará a ter regras específicas para o exercício da atividade, incluindo a obrigatoriedade de curso profissionalizante.
Por: Mayara Nailanne