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“Decisão histórica”, afirma Genildo Melo sobre desapropriação de área para novo centro administrativo de Feira

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A desapropriação da área onde funcionava o antigo Hotel Caroá, no centro de Feira de Santana, anunciada pela Prefeitura Municipal, segue repercutindo entre representantes da sociedade civil e do setor empresarial. Durante o ato realizado nesta quinta-feira, o empresário e representante da Associação Comercial de Feira de Santana, Genildo Melo, classificou a iniciativa como uma medida “histórica” para o futuro urbanístico, econômico e administrativo da cidade.

Segundo ele, a decisão do prefeito José Ronaldo representa um passo importante para fortalecer o centro comercial feirense e impedir o esvaziamento da região central, fenômeno observado em diversas grandes cidades brasileiras.

“De fato, podemos considerar a data de hoje uma data histórica. O prefeito José Ronaldo toma uma decisão extremamente importante para a manutenção da vida empresarial, comercial e cultural de Feira de Santana”, afirmou.

A área desapropriada está localizada ao lado do Paço Municipal e compreende o espaço onde funcionava o Hotel Caroá, além do estacionamento do empreendimento. A proposta da Prefeitura é implantar no local um novo centro administrativo, concentrando secretarias e órgãos municipais em uma única estrutura.

Fortalecimento do centro da cidade

Durante a entrevista, Genildo Melo destacou que a concentração dos serviços públicos no centro poderá aumentar a circulação de pessoas, estimular novos negócios e contribuir diretamente para a revitalização urbana da região.

Para ele, além da melhoria administrativa, a iniciativa cria um novo olhar sobre o centro da cidade, incentivando investimentos e até mesmo a ocupação residencial da área.

“Isso vai garantir a atratividade de novos órgãos para esse setor da cidade. Pessoas poderão despertar o desejo até de morarem aqui no centro da cidade. Isso garante a longevidade do nosso centro”, declarou.

O empresário ressaltou ainda que Feira de Santana possui um centro comercial ativo e tradicional, considerado um dos principais polos econômicos do interior da Bahia, e que a implantação do centro administrativo ajuda a preservar essa característica.

“O centro de Feira continua sendo esse espaço que fervilha comércio, serviços e negócios. Essa decisão ajuda a manter essa força econômica viva”, pontuou.

Comparação com outras cidades

Ao defender a medida, Genildo também fez comparações com cidades brasileiras que enfrentam atualmente problemas de abandono e esvaziamento dos centros históricos e comerciais.

Ele citou exemplos como Salvador, Recife e São Paulo, onde, segundo ele, parte das áreas centrais perdeu dinamismo ao longo dos anos.

“Isso vai garantir que não aconteça com Feira de Santana o que aconteceu com várias cidades do Brasil, onde os centros antigos acabaram ficando abandonados”, afirmou.

Na avaliação do representante da Associação Comercial, a presença das estruturas públicas no coração da cidade ajuda a fortalecer o comércio, movimentar serviços e manter o centro como referência econômica e cultural.

Apoio das entidades empresariais

Genildo Melo também destacou o apoio das entidades empresariais à desapropriação anunciada pela Prefeitura. Segundo ele, representantes do setor produtivo enxergam a iniciativa como estratégica para o desenvolvimento urbano de Feira de Santana.

“As entidades empresariais presentes aqui hoje estão aplaudindo essa decisão do Governo Municipal”, declarou.

A expectativa da gestão municipal é que o futuro centro administrativo reúna diversas secretarias em um único espaço, promovendo economia administrativa, maior organização dos serviços públicos e mais facilidade de acesso para a população.

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