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Feira de Santana busca fortalecer setor industrial diante de desafios econômicos

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Segundo maior polo industrial da Bahia

Reconhecida como o segundo maior polo industrial da Bahia, Feira de Santana segue discutindo estratégias para fortalecer o desenvolvimento econômico e ampliar a competitividade das empresas instaladas no município.

Segundo o presidente do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), Geraldo Pires, o setor industrial enfrenta atualmente um cenário desafiador, principalmente por conta das importações e da concorrência considerada desleal.

“Estamos passando por um momento muito crítico com as importações. É uma concorrência muito desleal”, afirmou.

Tecnologia e integração entre setores

De acordo com Geraldo Pires, iniciativas como o Fórum da Indústria do Sertão, realizado em parceria com o sistema FIEB e o SEBRAE, têm buscado aproximar as indústrias de informações, inovação e tecnologia.

O objetivo, segundo ele, é oferecer suporte para que as empresas consigam se adaptar às transformações do mercado e fortalecer a economia regional.

Além disso, o presidente do CIFS destacou a necessidade de maior integração entre o setor industrial e o poder público municipal.

Demandas por infraestrutura

Entre as principais necessidades apontadas pelo setor estão melhorias na infraestrutura e nos serviços públicos voltados às áreas industriais.

“A gente precisa de limpeza pública, drenagem, vigilância e segurança”, ressaltou.

Geraldo Pires

Segundo ele, essas demandas vêm sendo discutidas junto à Prefeitura de Feira de Santana em busca de soluções que fortaleçam ainda mais o ambiente produtivo da cidade.

Avaliação sobre a desapropriação

Durante entrevista concedida após participar do anúncio da desapropriação da área do antigo Hotel Caroá, ao lado da Prefeitura, Geraldo Pires também comentou a iniciativa da gestão municipal.

Para ele, a escolha da área foi estratégica e a permanência do centro administrativo na região central pode trazer impactos positivos para o comércio local.

“Foi uma surpresa para mim essa desapropriação dessa área tão estratégica. Achei excelente a ideia. As secretarias vão ficar próximas da Prefeitura e isso fortalece o centro da cidade. O comércio perde quando esse movimento sai daqui”, declarou.

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